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Arquivo da tag 'poesia'

Histórias Para o Rei - Odisséia

O amor foi à função, bebeu, cantou e bailou, estava muito excitado, tiveram de levá-lo para casa e prendê-lo no quarto para que repousasse. No dia seguinte o amor cantou e bailou sem beber, e era sempre primavera nos seus modos e falas. O amor viajou, voltou, fazia piruetas, trocadilhos, esculturas, criava línguas e ensinava-as [...]

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Conto de Fadas para mulheres do séulo XXI

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheiade auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse: Linda princesa, eu já [...]

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Pablo Neruda - The poet

Genial.. É como o descrevo. Prêmio Nobel da Literatura em 1971.

Quero apenas cinco coisas.. 
Primeiro é o amor sem fim 
A segunda é ver o outono 
A terceira é o grave inverno 
Em quarto lugar o verão 
A quinta coisa são teus olhos 
Não quero dormir sem teus olhos. 
Não quero ser… sem que me olhes. 
Abro mão da primavera para que continues [...]

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Chegou o verão - Luis Fernando Veríssimo

cHEgOu o vERão (Luis Fernando Veríssimo)
E com ele também chegam os pedágios,
os congestionamentos na estrada, 
os bichos geográficos no pé
e a empregada cobrando hora- extra.
Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre,
Pouca cintura e muita gordura,
pouco trabalho…e muita micose.
Verão é picolé de Ki-suco no palito reciclado,
é milho cozido na água da torneira, 
é côco verde aberto [...]

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Além da genialidade…

Einstein além de gênio tinha uma sensibilidade enorme. Pensava também com a emoção. Escreveu frases do mais profundo sentimento, beleza e doçura. Esses são alguns dos versos que gosto. Espero que gostem também.

 
 

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Poetas de rua

Estava me lembrando de quando eu morava em Curitiba e das milhares de vezes que eu passava pelo calçadão da Rua XV. Indo pra escola , pra academia, pro inglês. Não era raro ser parada na rua por gente de todas as aparências e sotaques; as abordagens tinham vários fins. Eu gostava mesmo era de [...]

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Cadê a poesia?

Não vejo mais pessoas e poesias. O que era bonito se tornou brega. Poucos escrevem, quase ninguém lê. Só as crianças colecionam em caderninhos. (Eu tive um caderninho de poesias e sempre escolhia uns deles pra escrever nos cadernos de recordações das amiguinhas!)
Mas por que brega? Por ser uma maneira nobre ou culta de dizer [...]

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