Quem sou eu
Jun 6th, 2008 por Fabiana Honorato
Eu sou a Fabiana. Nasci no dia 12 de março, tenho 26 anos, sou natural de São Paulo, morei em Curitiba por muitos anos.
Sou mãe da Lana, uma menininha linda e muito, muito danada que alegra os meus dias (e noites!) com a sua fofura e sua risada de bichinho.
Morei no Brasil, moro no Japão. A cidade é Hamamatsu. Linda por sinal! Cidade natal da Lana. Tem praia, venta muito, faz calor. Não é grande nem pequena, é nova, com muitas facilidades para quem não é daqui.
Trabalho em uma academia, dou aula de musculação, de dança, de karate. Amo esportes. Pratico desde pequena e acho que estarei entre eles por toda a vida. Dançar é tudo de bom. Relaxa, liberta a alma, espanta o mau humor.
Gosto de estudar idiomas. Não sei se por isso tenho facilidade em aprendê-los, mas é algo que eu realmente gosto muito. Estudar sempre me atraiu, não necessariamente virar um nerd dentro do quarto mas estar sempre envolvido com conhecimentos novos. Lidar com flores, fotografia, dobradura, desenho, alguma coisa em tecnologia (ai credo!) e por aí afora.
Gosto: de cinema, música, esportes, flores, papel, foto, viagem, escrever, ler também, passar vários tipos de cremes para todas as finalidades, maquiagem (na medida, claro), roupas confortáveis, sorvete de caramelo, queijo, ambiente perfumado, quando meu cabelo me obedece, limpar a casa, bicicleta, árvores, cheirinho de terra quando chove, todas as estações do ano, muitas almofadas, imaginar coisas antes de dormir, ver desenhos nas coisas, nuvens e outros objetos, perfume, brincar com a Lana, dar presente.
Não gosto: peixe cru, quando meu pc não faz o que eu quero, falta de tempo, cebola, roupa amassada, dente sem escovar, ficar com sono, provar uma roupa linda e ver que não ficou legal, estar fora de forma, pular meu dia de treino, cozinhar, apartamento (mas moro em um), ficar branquela (um solzinho sempre vai bem), fazer as coisas por obrigação e não por prazer, aguentar papo-aranha de pessoa sem-noção que só reclama da vida, deixar recado na caixa postal (mas sempre deixo!).
Claro que isso não é tudo. Todos nós temos muitas particularidades, chatices, esquisitices e outras “ices” que só nós sabemos. Temos “ices” boas também, que demoram mais para serem “detectadas”, mas estão lá.




