Imagem não é nada…

Quantas vezes a gente não pensou uma coisa.. e depois descobriu que era outra? Que o que pensávamos estava completamente equivocado? Por mais que o nosso ego quase não permita admitirmos, a nossa consciência sabe, lá no fundo, que alguma vez já fizemos isto. Mas eu sei porque é tão difícil de admitir que já pensamos mal, ou erradamente a respeito de alguém: isso nos envergonha.Subestimar, duvidar da capacidade, da inteligência, da aparência, do potencial ou do conhecimento. Pode ser na vida profissional, pessoal ou familiar. É sufocante vivermos sabendo que fizemos mal julgamento, que ignoramos a qualidade do outro em função do que nos parece certo e da nossa pressa em sempre querer “achar” primeiro e realmente saber da verdade “depois”.Mas acabo sempre achando que atitudes como essa são sintomas de se estar vivo, de ser humano e de que é com a vida que a gente aprende a ser “gente”; a entender “gente”; a conviver com “gente”; e a perdoar “a gente” pelo que fazemos de errado.Eu confesso que já errei sim, e duas vezes até. Descobri que quem eu achava errado era certo e que quem era certo acabou fazendo tudo errado; isso tudo ao mesmo tempo. Lição aprendida.Dias atrás eu assiti um vídeo que falava exatamente disso. Gostei tanto que acabei pesquisando mais a fundo para saber o final da história, real, de mais uma daquelas vezes que achamos saber o que é… e erramos… mais uma vez.

Paul Potts from Fabiana Honorato on Vimeo.

Obs: a frase que nomeia este post é parte da campanha publicitária de uma marca de refrigerante, veiculada na década de 90, que diz que a imagem não é nada, o sabor é que importa. Já sabe que marca é?

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